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Leandro Karnal

Leandro Karnal nasceu em São Leopoldo, no dia 1 de fevereiro de 1963.

Teve formação jesuítica e foi católico praticante durante a infância e parte da juventude antes de se tornar ateu. Aos 24 anos, mudou-se para São Paulo, onde fez doutorado na USP e iniciou sua carreira como professor.

Karnal foi professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) até abril de 2020, quando pediu exoneração do cargo. É especializado em história da América, escritor, palestrante e apresentador de TV. Foi também curador de diversas exposições, como A Escrita da Memória, em São Paulo, tendo colaborado ainda na elaboração curatorial de museus, como o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo.

Graduado em história pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e doutor pela Universidade de São Paulo (USP), Karnal tem publicações sobre o ensino de história, história da América e história das religiões. É membro da Academia Paulista de Letras desde abril de 2021.

Em julho de 2020, passou a apresentar, junto com Mari Palma, Gabriela Prioli e Rita Wu, o recém-lançado talk show CNN Tonight no canal pago CNN Brasil.

Em relação a sua vida pessoal, Leandro Karnal costuma ser discreto, mas em janeiro de 2023, declarou em uma rede social que esta casado a quatro anos com o cantor Vitor Fadul, 33 anos mais novo.

Namorei um Paquito sem que ele soubesse

Este post é uma homenagem a uma pessoa muito querida, de alto astral, que viveu a sua vida intensamente sem medo de ser feliz. Ingrid Vieira.

Ela se dedicava a profissão de coaching, o que, aliás, sabia fazer muito bem e publicou um livro em português e em espanhol intitulado Eu no Mundo. Não podia ter outro nome, pois uma das façanhas dessa mulher foi conhecer vários países e essa é uma das razões para ela ter tanta história para contar. 

Uma vez que tínhamos nos encontrado, eu participava de um coral e Ingrid foi lá fazer uma visita, na volta para casa, enquanto esperávamos o ônibus me contou uma história muito legal que ela teve com o Paquito Marcelo Faustini, era um relato genial e perguntei se toparia gravar para o meu canal. Ela topou imediatamente, mas logo em seguida recebeu um diagnóstico que a colocou em uma intensa e inesperada luta pela vida, que infelizmente foi derrotada nos primeiros dias de outubro (2021).

Mesmo nesse processo de tratamento, ela me enviou as duas fotos que compartilho aqui e continuou dizendo que a conversa estava de pé, que gravaríamos, era só uma questão de tempo. Como não foi possível, resolvi guardar isso tudo porque não fazia mais sentido uma história sem a sua protagonista até que no finalzinho de outubro (2021) outra pessoa partiu para outros planos, um rapaz que passou pela minha vida, um colega de trabalho que foi super influente, e nos deixou de uma forma muito abrupta. Das tantas mensagens deixadas por amigos em suas redes sociais, uma dizia o seguinte: "Só morre quem é esquecido".

Isso me fez repensar a história da Ingrid e comecei a ouvir novamente os aúdios que trocamos, num deles ela diz que queria contar a sua história para o mundo. Então, minha amiga, aqui está.

Em meados da década de 1990, Ingrid ganhou uma viagem para a Disney. No dia que foi estava acontecendo uma promoção da Xuxa no parque e dois PaquitosGigio e Marcelo, recepcionavam as pessoas na loja da apresentadora. Todas as meninas que chegavam eram recebidas com um cordial beijiho no rosto, mas com ela foi diferente. O Marcelo lhe beijou a mão.

Deslumbrada por tudo o que estava acontecendo, ela interpretou o gesto como algo especial, afinal todas recebiam um beijo no rosto e o dela foi na não, como acontece nas histórias de principes e princesas. Então, começou imediatamente a pensar numa forma de resolver a coisa, que tudo não se acabasse ali, e pediu, estrategicamente, um autógrafo dos meninos para que tivesse o nome completo de ambos, mas eles assinaram, se não me engano, uma camiseta, e o nome não saiu legível.

Então, de volta ao Brasil, ela foi até uma locadora de vídeo e locou o filme Sonho de Verão para ver nos créditos o nome completo do seu príncipe. Lembre-se que estamos falando da década de 90, quando a internet era não era acessível, era a idade das pedras do universo digital. E aí, com o nome dele em mãos, ligou para a telefonista.

Se você não viveu nessa época, havia um serviço telefônico de consulta a lista dos que tinham telefone em casa. Obviamente a linha deveria estar registrada no nome do Marcelo para que ele fosse localizado e surpreendetemente a telefonista encontrou uma pessoa com o mesmo nome do Paquito que vivia no Rio de Janeiro.

No entanto, não era o mesmo que ela procurava, mas para a sua sorte, o rapaz era primo do Paquito e passou o número da casa da Paquita Andreia Faria, a Xiquita Sorvetão, o único contato mais próximo que ele tinha no momento para que Ingrid chegasse ao seu príncipe.

Ingrid ligou para a Xiquita, apresentou-se como alguém que havia conhecido o rapaz em uma viagem e precisava falar com ele, mas não tinha o seu contato. A garota nem questionou o porque e prontamente lhe passou o número do amigo.

A partir desse momento, Ingrid passou a ligar regularmente para Marcelo Faustini. Em sua cabeça eram namorados, ainda que nunca falassem do tema. Ao contar essa históira, ela, com muito bom humor como de costume, disse que a relação entre ambos se desgastou com o tempo. Chegou um momento em que já não tinham mais assunto para conversar e as ligações foram ficando cada vez mais distante uma da outra até que pararam de se falar.

Para a sua festa de 15 anos a sua mãe convidou o rapaz para ser o príncipe do baile. Na época ele fazia muito isso, disse em uma entrevista que ganhou muito dinheiro dançando com debutantes, mas no dia do aniversário de Ingrid, ele não pode ir porque já tinha compromisso. Se tivesse dado certo seria a cereja no bolo de uma história incrível.

E essa é uma das histórias da Ingrid. Para assistir a este conteúdo, clique na imagem abaixo.

Bruno Motta

Bruno Motta de Lima nasceu em Belo Horizonte, MG, no dia 16 de setembro de 1980. Ele é humorista, ator e redator. Destaca-se na comédia stand-up no Brasil.

No começo da carreira dividiu uma temporada de shows com José Vasconcelos, logo após ter sido um dos ganhadores do Prêmio Multishow/1998 como quinto colocado. Ficou nacionalmente conhecido ao realizar uma maratona para um Recorde Mundial fazendo um show de mais 38 horas. Bruno integrou o elenco de shows como o Comédia em Pé e participou como improvisador nos espetáculos Improvável, ImproRiso e Finalmente Tudo.

Na TV participou de programas como Altas Horas, Agora é Tarde, The Noite e Jô Soares e teve uma curtíssima passagem pela Escolinha do Prof. Raymundo, com Chico Anysio. Ele é um dos criadores do Furo MTV (2009), onde também atuou como redator final, colunista e apresentador. De 2011 a 2012 foi comentarista do Jornal da Record News, função que também desempenhou brevemente em 2015 no Notícias da Manhã, no SBT. Integrou o elenco do último ano do Pânico na Band, principalmente nos quadros "Tá no Lar" e "MasterTrash".

Em 2013 ingressou na Globo no núcleo de criação de Cláudio Torres Gonzaga, com quem também trabalhou na redação do programa de Tom Cavalcante Dra. Darci, em 2018. Em 2014 foi escolhido como apresentador do The Soup e passou a estrelar o espetáculo "1 Milhão de Anos Em Uma Hora", de Colin Quinn e Jerry Seinfeld em versão brasileira de Marcelo Adnet. Desde 2018 apresenta na internet duas vezes por semana o "Diario Semanal", programa que mistura humor e notícias. Inicialmente esse programa era gravado ao vivo com platéia, recebendo convidados como Fábio Porchat, Murilo Couto, Gustavo Mendes, Igor Guimarães e muitos outros. Em 2020 foi convidado para apresentador, ao lado de Lígia Mendes, o programa multiplataforma Tô na Pan, trasmitido pela TV Panflix, Youtube e na rádio Jovem Pan.

Em junho de 2021, o mês da diversidade, revelou durante uma de suas performances humorísticas, de forma bem descontraída, que namora um homem. Na ocasião, brincou dizendo que o rapaz era gay e ele não tinha se dado conta.

Zeca Camargo.

José Carlos Brito de Ávila, conhecido como Zeca Camargo, nasceu em Uberaba, no dia 8 de abril de 1963.

Ele iniciou sua carreira como repórter no mundo da música em 1987 quando trabalhava na Folha de S.Paulo e desde então construiu um longo curriculum na TV. Zeca trabalhou tanto no Brasil, quanto no exterior. Ele foi correspondente da Folha em Nova York, em 1988.

O jovem jornalista passou pela MTV Brasil, onde tornou-se diretor de jornalismo e apresentou o programa MTV no Ar. Depois, em 1994, apresentou o programa Fanzine na TV Cultura e mais tarde virou colunista e editor da revista Capricho.

Em 1996, foi chamado pela Rede Globo para ser repórter do Fantástico, onde fez várias séries de reportagens, como Aqui se Fala Português e A Fantástica Volta ao Mundo. Ele fez quatro voltas ao mundo, criou o quadro Altos Papos e entrevistou os principais nomes da música brasileira e internacional.

Também na Globo, Zeca foi um dos criadores e apresentador do reality show No Limite que teve três versões. Em novembro de 2013, após 18 anos como apresentador do Fantástico, aceitou o desafio de comandar o Vídeo Show, e em 2015, estreou no programa semanal É de Casa. Além disso, ele escreveu um blog no G1, duas vezes por semana e seu livro A fantástica Volta ao Mundo se tornou um best seller.

Zeca se tornou colunista do caderno de Turismo da Folha de S.Paulo, e escreveu um guia virtual de Paris intitulado Eu Ando Pelo Mundo: Paris, lançado pela E-galaxia. Outro livro que entrou para a sua lista de trabalho foi Elza, a biografia da cantora Elza Soares. 

Em 3 de julho de 2020, foi contratado pela Band em busca de acumular dupla função: a de apresentador e também de diretor de executivo de produção da sua nova casa.

Em relação a sua sexualidade, Zeca sempre foi muito discreto na TV, mas não fazia questão de esconder quando estava de folga. Os frequentadores das boates gays de São Paulo o conhecem bem.

Miguel Falabella

Miguel Falabella de Sousa Aguiar nasceu no Rio de Janeiro, no dia 10 de outubro de 1956.

Ele é do tipo que não se contenta em fazer uma coisa só, pois já mostrou os seus dotes de ator, cineasta, escritor, apresentador, dublador, dramaturgo, roteirista e diretor teatral. No entanto a respeito de sua vida pessoal quase nada sabemos.

Falabella estreou na televisão em 1982, no programa Caso Verdade, no episódio "Jam e Jim", onde dava vida ao personagem título. Logo depois, participou de sua primeira novela, Sol de Verão, de Manoel Carlos, como o médico Romeu, e conquistou o sucesso em 1986, ao interpretar Miro, no remake Selva de Pedra, de Janete Clair.

Como apresentador de televisão ele estreou em agosto de 1987, no Vídeo Show e permaneceu a frente do programa até janeiro de 2002, quando foi substituído por Márcio Garcia, e este por André Marques.

Nos palcos, além de musicais nacionais, costuma trazer a Broadway para o Brasil, e na televisão, dentre muitos trabalhos, fez um grande sucesso representando Caco Antibes no humorístico Sai de Baixo. Além disso, participou de alguns CDs de poesia, e escreveu alguns livros. Foi também autor de várias crônicas publicadas em jornais e revistas, sua coleção mais famosa delas era intitulada Coração Urbano.

Com o tempo Miguel Falabella passou a atuar mais na produção de obras para a TV, e assim, esteve a frente de várias telenovelas, humorísticos e seriados até junho de 2020, quando a Globo decidiu não renovar o seu contrato como passou a fazer com vários profissionais da casa devido a um reposicionamento administrativo da emissora.

Apesar de sua sexualidade não ser segredo para a maioria das pessoas, somente em 2013 decidiu falar a respeito em uma entrevista, e no dia dos namorados de 2020, o decorador Marco Aurélio Pacheco fez uma montagem com fotos dos dois juntos com uma declaração de amor.