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Em Família Com Eliana - Como foi a estreia

No domingo dia 15 de março de 2026 estreou Em Família Com Eliana, na TV Globo, apresentado pela menina dos olhos de Silvio Santos. Não é o primeiro programa dela na emissora, lembremos que os canais que antes pertenciam a Globo Sat agora são canais Globo, ou seja, é tudo a mesma empresa. Em 2024, assim que assinou contrato Eliana já assumiu o comando do Saia Justa na GNT. Depois gravou o programa Casa de Verão também na GNT. E em 2025, assumiu a última temporada do The Masked Singer Brasil na Globo.

Com isso já são seis atrações dominicais que a Eliana apresenta. O primeiro programa que apresentou na televisão, o Festolândia no SBT, que estreou em 1991, inicialmente passava durante a semana, mas logo foi transferido para os domingos, depois ela perdeu toda a produção, o cenário... mas continuou apresentando o que virou uma sessão de desenhos, porém, nos domingos.

Depois, ela migrou para a Record e como parte do trato era ter seu programa dominical, em 1999 estreou Eliana no Parque. Seis anos depois, em 2005, deu uma repaginada no visual, na postura, no tom de voz e estreou o Tudo é Possível. Quatro anos mais tarde, em 2009, voltou ao SBT para apresentar a atração que levava o seu nome, Eliana, que durou 15 anos. E em 2025 apresentou o The Masked Singer Brasil, na Globo, e em 2026, Em Família.

E se você acha que demorou sua estreia oficial no canal principal da Globo, lá nos anos 90 ela tinha sido convidada para assinar um contrato, mas era para ficar na geladeira. Razão, pela qual, ela preferiu ir para a Record.

O programa começou com a história da Eliana, ela recebeu a mãe, os filhos e o marido. Vários jornalistas que trabalham com conteúdo de televisão fizeram algumas críticas sobre a edição que ficou muito rápida, com muitos cortes, mas eu, sinceramente, gostei. A Eliana é leve, mas até deu uma de Tatá Werneck fazendo rima com um microfone que tem auto tune que apareceu do nada e que não foi a lugar nenhum. Outro comentário que vi diz que o programa é para o soninho depois do almoço, pois, eu acho que a edição toda picotada foi exatamente para isso, para deixar mais ágil e mesmo assim não suprimiu a leveza dela. 

Vi muitas críticas também dela não ter apresentado nada de novo, e realmente a única diferença desse programa com outros que a gente já viu é que os convidados levam a família. Na verdade, já teve outros assim. O Marcio Garcia apresentava o Tamanho Família, e o Marcos Mion tinha um quadro no Caldeirão em que os artistas jogavam junto com a família.

O humorista Nabote tinha a missão de tirar leite de pedra, e falhou. Além da própria família, Eliana recebeu o Pedro Bial e a esposa que também é jornalista e o Belo com a filha e a neta. E mostrou uma cena do Belo na novela Três Graças justo de um beijo dele com Viviane Araújo. Achei desnecessário.

Foram muitas famílias presentes para pouco tempo de programa, porque ainda teve uma entrevista com o cantor Daniel. A conversa entre os dois estava fluindo e de repente entrou um merchandising no bate papo, do nada.

A edição ficou estranha, as coisas ficaram superficiais, talvez porque era muito para pouco tempo. Se a disputa das famílias anônimas acontecer só com duas já sobra bastante espaço para que as transições entre um quadro e outro fiquem mais fluídas. Num balanço geral, eu gostei e acho que vai ficar cada vez melhor. Torço para isso.

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