ARQUIVO.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Carmem Miranda.

Maria do Carmo Miranda da Cunha nasceu em Portugal, no dia 9 de fevereiro de 1909.
Sim, a maior artista do nosso país não era brasileira. Ela chegou ao Brasil com menos de um ano de idade, foi radicada brasileira, e nunca voltou ao seu país de origem.

Carmem teve o seu primeiro emprego aos 14 anos numa loja de gravatas, e depois numa chapelaria. Contam que foi despedida por passar o tempo cantando, dizem também que ela cantava por influência de sua irmã mais velha, e que assim atraía clientes.
Em 1928 ela foi apresentada na Rádio Sociedade Professor Roquete Pinto (atual Rádio MEC) e no ano seguinte gravou sua primeira música, o samba "Não Vá Sim'bora". Depois, foi apresentada a gravadora RCA, onde gravou "Dona Balbina" e "Triste Jandaia". A música "Taí" com a marcha-canção "Pra Você Gostar de Mim" que foi gravada em 1930, vendeu 35 mil cópias no ano de lançamento, um recorde para a época.
Ela passou a ser aclamada pela crítica como "a maior cantora do Brasil". Foi a primeira cantora de rádio a assinar um contrato de trabalho com uma emissora, quando a praxe era o cachê por participação, fazendo de Carmem Miranda a artista mais bem paga do rádio brasileiro.

Em 1926, ela fez figuração no cinema, no filme A Esposa do Solteiro, mas só em 1930 é que assinou contrato para Degraus da Vida, que não chegou a ser rodado. Sua aparição seguinte no cinema foi em Alô, Alô, Brasil, em 1935, e no mesmo ano ela ganhou o primeiro papel narrativo no filme Estudantes.
Ela passou a ser chamada de "A Pequena Notável" por causa da estatura baixa, apelido dado nessa época pelo radialista César Ladeira. Dizem, aliás, que os adornos que usava na cabeça era para aumentar a estatura.
O último filme brasileiro de Carmen Miranda foi o musical carnavalesco, Banana da Terra, em 1939, onde interpretou a canção O Que É que a Baiana Tem?. Ela aparecia vestindo o traje de baiana que a consagrou no mundo todo. No mesmo ano ela assinou contrato com o produtor estado-unidense Lee Shubert, dono da Select Operating Corporation, que administrava metade dos teatros da Broadway.

Carmem Miranda fez questão de levar consigo o Bando da Lua, seus músicos. Eles partiram no navio S.S. Uruguay em 4 de maio de 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Chegaram no dia 18 e já no dia seguinte estrearam na Broadway.
Ela agradou os norte-americanos e foi chamada de a garota que salvou a Broadway, mas despertou polêmica entre os brasileiros por expor ao mundo uma visão caricata e estereotipada do Brasil. Sua imagem foi explorada à exaustão, e em 1940 fez uma performance perante o presidente Franklin Roosevelt durante um banquete na Casa Branca, no mesmo ano que visitouo Brasil.
Sua fama chegou a Hollywood e a Twentieth Century-Fox começou a desenvolver um filme para apresentá-la no cinema. Lançado em 1940, Serenata Tropical gerou uma receita de $2 milhões de dólares e três indicações ao Oscar.

Em 24 de março de 1941, Carmen Miranda se tornou a primeira latino-americana ser convidada a colocar suas mãos e pegadas no cimento do pátio do Grauman's Chinese Theatre. Ela também se tornou a primeira sul-americana a ser homenageada com uma estrela na Calçada da Fama.
Em 1945 ela era, segundo o Departamento do Tesouro Americano, a mulher mais bem paga dos EUA, ganhando mais de US$200,000 dólares no ano. Carmem Miranda ficou famosa também pela sua disciplina, dizem que ela chegava nos estúdios para as gravações com as suas falas decoradas e também a dos seus colegas de cenas. No entanto, no ano seguinte seu nome já não aparecia na lista dos 30 mais bem pagos de Hollywood.

Com o fim da guerra, os estúdios mudaram o foco nas produções e Carmem Miranda perdeu o posto de a grande estrela, mas continuava bem popular.  Na primavera de 1948 ela embarcou em uma turnê de seis semanas no London Palladium. A Europa, e especialmente Londres, era então o principal escoadouro para os artistas americanos durante o pós-guerra.
Devido ao ritmo acelerado de sua carreira internacional, Carmen Miranda fez uso de barbitúricos para poder dar conta de sua agenda. Tornou-se dependente de vários outros remédios, tanto estimulantes quanto calmantes. Por conta do uso cada vez mais frequente, desenvolveu uma série de sintomas característicos do uso de drogas, mas não percebia os efeitos devastadores, que foram erroneamente diagnosticados como estafa (cansaço).

O uso das drogas se agravou com sua depressão após as complicações de útero que sofreu devido um aborto espontâneo, que a impossibilitou de ter mais filhos.
Após 14 anos, em 3 de dezembro de 1954, ela retornou ao Brasil para repouso e desintoxicação, ela também não passava por uma boa fase em seu casamento.
Em 4 de abril de 1955 retornou para os EUA e retomou sua carreira. Ela recebeu uma proposta da CBS para ter seu próprio programa semanal na televisão, The Carmen Miranda Show. Antes disso, concordou em gravar uma participação no programa de Jimmy para a NBC em 4 de agosto de 1955.
Na manhã do dia seguinte, às 10h30, Carmen Miranda foi encontrada morta em um corredor de sua casa em Beverly Hills. O diagnóstico apontou ataque cardíaco, embora o seu médico particular, Dr. Marxer, tenha dito ao Los Angeles Times que ela não tinha histórico de problemas cardíacos e que, além de uma breve bronquite nas últimas semanas, encontrava-se em perfeita saúde. Carmem Miranda tinha 46 anos.

Todas as emissoras interromperam suas programações para darem, em edição extra a notícia de sua morte. Edições extras circularam também em todos os jornais do país e do mundo. O corpo de Carmem Miranda foi recebido no Rio de Janeiro, velado e sepultado com honras e méritos. Seu túmulo se encontra no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.
Em 20 anos de carreira Carmem Miranda deixou sua voz registrada em 279 gravações somente no Brasil e mais 34 nos EUA, num total de 313 canções. Ela participou, ao todo, de 21 filmes. Um museu foi construído no Rio de Janeiro em sua homenagem. 
Uma interseção no cruzamento da Hollywood Boulevard e Orange Drive em frente ao Teatro Chinês em Hollywood foi oficialmente nomeada Carmen Miranda Square, em setembro de 1998.

Assista no LOTV clicando aqui.

Carmem Miranda.

A maior estrela do Brasil foi vítima da indústria do entretenimento.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Franceses, festa e amores pelo Brasil.

Certo dia a amiga de um amigo promoveu uma festa e eu fui convidado, além dele eu conhecia só mais uma pessoa que foi junto conosco, mas ao chegar no local já encontramos outros três brasileiros, aliás, a anfitriã também é brasileira, no entanto com quem mais eu conversei foi com uma francesa que também vive em Barcelona.
Através dessa mulher eu pude perceber algumas coisas que muitos de nós brasileiros ignoramos.

Muito comunicativa, ela logo quis saber o que eu fazia, onde morava, etc, e disse que os franceses gostam muito dos brasileiros e amam o Brasil, que morar no Brasil é como estar no paraíso.
Eu tive dois alunos franceses no Brasil, um rapaz e uma moça, eles não se conheciam, mas realmente eram super queridos e demonstravam muito carinho pelo país. Depois, a menina que foi conosco na festa, ela mora na França, disse que os franceses são mais fechados só em Paris e que em outras cidades eles se comportam como os brasileiros das cidades pequenas, daquelas em que as pessoas cumprimentam todo mundo na rua.

E essa francesa puxou conversa com outras pessoas, das quais eu pude participar também, como com um italiano que falou sobre a situação política da Itália, da corrupção histórica do país que é muito igual a do Brasil.
Enfim, não era um ambiente propício para falar de assuntos tão sérios, mas foi mais um momento que eu gostaria de mostrar para muita gente que toma o Brasil como referência para todas as coisas ruins.
Nosso país é lindo, riquíssimo em muitos aspectos e a maior riqueza somos nós brasileiros. Aliás, eu tive o prazer de presenciar um catalão que morou no Brasil defender os brasileiros dos comentários de um brasileiro que estava desdenhando o comportamento de seus compatriotas.

O Brasil tem problemas e não podemos ignorar, assim como percebi que os franceses que conheço não ignoram os problemas da França, que aquele italiano da festa não ignora os problemas da Itália, mas nosso país tem muitas coisas boas também e poderia exportar muito do que se refere ao humano.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Lembra de Britney Spears no WMA de 2007? Já faz 10 anos.

Britney Spears faz jus ao título de princesa do pop. Ela já passou por altos e baixos ao longo de quase 20 anos de carreira e continua bem, obrigado. Em setembro de 2017 completou 10 anos daquele desastroso VMA na vida da cantora.

O VMA é uma premiação criada pela MTV dos Estados Unidos. Nós tivemos a versão brasileira quando a MTV era transmitida em canal aberto no Brasil. A premiação foi criada em 1984 como forma de enaltecer os melhores videoclipes do ano. As categorias foram reformuladas a fim de prestigiar mais os artistas e as músicas, mas sem deixar de prestigiar os melhores videoclipes produzidos durante o ano.
Britney faz parte da história do VMA. Ela começou sua carreira ainda adolescente no Clube do Mickey e em 1999 lançou o seu primeiro álbum. A música Baby On More Time vendeu mais de 10 milhões de cópias em um ano. Ainda assim, a cantora se lançou em carreira solo abrindo show de grupos que faziam sucesso na época, como N’sync e Backstreet Boys.

O diretor David LaChapelle trabalhou com Britney no clipe Everytime e disse que na ocasião percebeu que ela não queria aquela carreira, pois durante as gravações do vídeo mencionou abandonar o trabalho. Ele acredita que ela tenha sido fruto da insistência de seus pais que a levavam para concursos desde muito cedo.
Britney participou pela primeira vez do VMA em 2000, com o segundo álbum. Depois, em 2001, com o terceiro álbum. Em 2003 ela abriu o VMA com Christina Aguilera e Madonna. Depois disso Britney deu uma pausa em sua carreira, casou, teve filhos, produziu um reality show, envolveu-se em uma série de polêmicas, divorciou-se, perdeu a guarda dos filhos, raspou a cabeça e quase torrou toda a sua fortuna em bebedeiras.

Ela se esforçou, mas talvez não o suficiente, para voltar à sua carreira e abriu o VMA de 2007. Foi duramente criticada pelo seu desempenho, pois estava fora de forma, lenta, não conseguiu nem dublar direito, dançar então nem pensar e causou constrangimento até entre os artistas presentes na plateia. Além de gritar que estava gorda feito uma porca quando deixou o palco, sem se dar conta que seu microfone estava aberto.
Apesar de não ter conseguido divulgar direito seu álbum e o vídeo da terceira música de Blackout ter sido um desenho animado, o álbum é considerado o melhor da carreira de Britney e eleito o melhor álbum pop da década. Isso reforçou o argumento de que ela é muito produzida e a julgar pela má fase em sua vida pessoal, nesse álbum, de tão bem feito que ficou, ela não precisava nem cantar para vender.

Em 2011 ela recebeu o prêmio MTV Vídeo Vanguard Award no VMA pela sua representatividade na música e voltou a se apresentar na premiação em 2016. 

Britney Spears e suas participações no VMA.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

A volta do grupo Rouge.

O grupo Rouge que cativou uma legião de fãs desde o seu lançamento no reality Popstars no SBT se desfez no final de 2005 (leia aqui e assista aqui). Desde então os fãs pedem a volta e finalmente isso vai acontecer.
As 5 meninas vão se reunir no dia 13 de outubro para uma apresentação especial no Rio de Janeiro. Elas vão relembrar os maiores sucessos de seus quatro álbuns na festa gay Chá da Alice, o mesmo projeto musical que levou Xuxa em uma turnê por algumas cidades.

Aline, Fantine, Karin e Lissah Martins se empenham há anos em negociações e burocracias para fazer o reencontro acontecer. Em 2012 elas se reuniram, sem Luciana, para uma participação no programa “Fábrica de Estrelas” sob o comando do produtor Rick Bonadio, responsável por toda discografia da girlband. Na ocasião elas gravaram as canções “Tudo é Rouge” e “Tudo Outra Vez”.


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Conheci o submundo de Barcelona.

A cidade é maravilhosa, as pessoas são educadas, tem muita gente bonita, mas nem tudo é perfeito.
Talvez o grande trunfo de Barcelona seja o seu tamanho. Territorialmente a cidade é pequena e como é bem populosa não tem espaço para se formar favelas, aliás, eu nem sei se tem casas comuns, não me recordo ter visto, pois os prédios imperam na cidade. Em sua grande maioria, baixos, mas estão por toda parte e colados um ao lado do outro.
No entanto, por acaso eu entrei em uns becos onde visivelmente os edifícios se diferenciam dos que estão nas áreas de maior movimento.

Eu tinha combinado de encontrar uma amiga e como ela estava trabalhando no centro antigo, conhecido como cidade gótica, eu precisei usar o gps do smartphone, mas em um dado momento passei de um ponto onde deveria entrar e depois para corrigir o percurso fui entrando em outras ruas até voltar a rota da navegação.
A cidade antiga, cidade gótica, parece um labirinto com suas ruas muito estreitas que formam corredores e exigem que andemos em zigue zague, já que os percursos são curtos e se foram planejados a intenção era impedir a fuga de algum desavisado que caisse por lá.
Em uma parte desse centro, onde as pessoas são visivelmente mais pobres, eu fui abordado por uma prostituta que se dirigiu a mim como uma caçadora que identificou sem esforço uma presa. Ela não parecia perigosa, mas eu senti medo, medo de tudo, do lugar, dos becos com poucas pessoas, das pessoas... Aliás, eu sou bem medroso e essa experiência me ensinou uma grande lição.

Também já fui advertido para tomar cuidado com pertences no bolso e na bolsa, pois existem muitos batedores de carteira. Já fui abordado por 3 pessoas pedindo dinheiro e já vi algumas dormindo nas ruas. Ah, em um passeio com um grupo de amigos no Parque Guell, o parque onde estão as obras de Gaudi, vimos uma casa invadida. Os invasores fizeram questão de escrever frases de resistência no telhado do predinho ocupado.

Outro detalhe de Barcelona, que se estende por toda a Europa, é que as pessoas fumam muito. Nesse aspecto o Brasil está léguas de distância a frente, pois a lei que proíbe pessoas de fumarem em locais fechados ainda não chegou por aqui.
Ainda assim, as pessoas são o que há de melhor na cidade, a educação e o respeito ao próximo é mais precioso do que qualquer monumento que eu já tenha visto por aqui.

sábado, 9 de setembro de 2017

Sandy & Junior.

Da infância a vida adulta. Da música sertaneja, ao pop, e ao internacional. Dos palcos para a tv e o cinema. Da parceria para a carreira solo. Eles formaram uma das duplas mais bem-sucedidas na história da música do Brasil.
Filhos do cantor Xororó, que faz dupla com o irmão Chitãozinho, Sandy nasceu no dia 28 de janeiro de 1983, em Campinas, SP. Junior nasceu no dia 11 de abril de 1984, em Campinas, SP. A primeira aparição da dupla aconteceu no programa Som Brasil, em 1989, onde cantaram Maria Chiquinha.
Devido a repercussão da apresentação, no ano seguinte deram início à gravação do primeiro álbum que foi lançado em 1991 e ganhou certificação de ouro.

Os dois primeiros álbuns da dupla, que foram produzidos por Xororó, tinham uma forte característica sertaneja. Mas, mesmo assim, o primeiro, Aniversário do Tatu, teve duas lambadas, Charada e Lambamania. Teve também MariaChiquinha, a música que lançou a dupla, e Xororó fez uma participação na música Casamento Natural.
O segundo álbum, Sábado a Noite, que foi lançado em 1992, teve a participação de Ney Matogrosso na música Vira. As músicas que mais tocaram foi A Resposta da Mariquinha, Vamos Construir e Pó Pra Tapar Taio.
A partir do terceiro álbum, Tô Ligado em Você, que foi lançado em 1993, a dupla passou a apresentar influência de outros estilos, esse foi um álbum mais pop e a identidade da dupla foi se redefinindo. Foi o último que teve na capa o logotipo da dupla caracteristicamente sertanejo, e o primeiro com versões de músicas internacionais.

Em 1994, lançaram o álbum Pra Dançar Com Você, com um novo logo que durou até o antepenúltimo álbum. Os dois irmãos gravaram uma homenagem para a Xuxa, e cantaram a música X da Questão na estreia do Xuxa Park.
E em 1995, Xuxa gravou uma participação no álbum Você é D+, na música Rap do Aniversário.
Em 1996 foi lançado o álbum Dig Dig Joy, e esse foi o marco da mudança de voz da Sandy que já estava com 13 anos.
No sexto álbum, lançado em 1997, a participação de Junior foi bem reduzida. Quase todos os solos foram cantados só pela Sandy. Depois de lançado o álbum, outra música foi acrescentada, a Era Uma Vez, que foi tema da novela da Globo, que levava o mesmo nome da música. Foi neste ano que Sandy gravou a música Vivo Por Ela, com Andrea Boccelli.
Em 1998, foi lançado o primeiro álbum ao vivo com 4 músicas inéditas. My Heart a Will Go On, e a versão em português, Em Cada Sonho. Além de Cadê Você Que Não Está e No Fundo do Coração.
Em 1999 foi lançado o álbum As Quatro Estações. A Sandy teve sua estreia como compositora e a dupla se tornou mais romântica e jovem, não teve nem uma música infantil... bem, teve Vamo Pulá. E o Junior com a voz mais amadurecida voltou a fazer solo. 

Em 2000, a dupla lançou o CD e DVD Quatro Estações - O Show, que os fãs podiam escolher a capa. Eram 4 opções no mesmo encarte, uma para cada estação. Teve 3 músicas inéditas, A Lenda, Na Boa Sem Chorar e Enrosca. Foi o álbum mais vendido da dupla, passou das 3 milhões de cópias.
Em 2001, o lançamento foi do álbum homônimo Sandy & Junior, que tem um dos maiores hits da dupla, Quando Você Passa (Turu Turu). Foi o ano que a dupla se apresentou no Rock In Rio 3 e foi eleito o melhor show.
Em 2002 foi o momento de alçar voos mais altos. A dupla lançou o álbum Internacional com 11 músicas em inglês. Este álbum teve várias versões, alguns países ganharam faixas bônus com canções em suas línguas nativas, como Argentina, Chile, México, Itália, Espanha e França. O Brasil não ficou de fora, a versão lançada por aqui teve duas faixas bônus, a versão em português de Love Never Fails (O Amor Nos Guiará) e Super-Herói (Não é Fácil).
Em 2003 os dois irmãos quiseram ser mais atuantes em suas carreiras e lançaram o álbum Identidade, que também oferecia 4 opções de capa para o cd.
Depois de dois anos sem lançar nem um cd, em 2006 foi lançado o álbum Sandy & Junior, sem nome outra vez. Este foi indicado ao Grammy Latino e um fato curioso é que a última música do cd, que não tem letra, se chama Último e este foi, tecnicamente, o último álbum da dupla.

Em 17 de abril de 2007, os dois anunciaram a separação da dupla. Em junho do mesmo ano, gravaram o CD/DVD Acústico MTV, com o qual realizaram uma turnê pelo país, que se encerrou no dia 18 de dezembro. Versões.Sandy e Junior se demonstraram bons compositores, mas várias músicas de sucesso da dupla foram versões de canções internacionais. Como Primeio Amor (First Love), Tô Ligado Em Você (You’re The Only That I Whant), Com Você (I’ll Be There), Sonho Real (The Time Of My Life), Doce Como Mel (Sugar Baby Love), Como Um Flash (Flashdance... What a Feeling), Não Ter ( Non C’e), Como Eu Te Amo (I Will Always Love You), Inesquecível (Incancellabille) e Imortal (Immortality), entre outras canções.

Em 1991 os dois gravaram uma participação na novela A História de Ana Raio e Zé Trovão, na Rede Manchete, antes ainda de se lançarem oficialmente. A equipe da novela estava gravando em Jaguariúna (SP) e os dois irmãos tinham se apresentado em um show de Chitãozinho & Chororó.
Em 1997 a dupla ganhou um programa na Rede Manchete, o Sandy & Junior Show.
No final de 1998 gravaram um especial para a Rede Globo, que virou programa fixo na grade da emissora em 1999 e ficou no ar até o final de 2002, totalizando 4 anos de exibição.
Em 2001 Sandy e Junior participaram da novela Estrela Guia, que teve 83 capítulos. A novela foi escrita levando em consideração a capacidade de interpretação da dupla, bem como as suas agendas. Cinema. 

Em 1997 os dois participaram do filme O Noviço Rebelde, de Renato Aragão.
Em 2003 a dupla ganhou o seu próprio filme, Aquária, que mostra como será a Terra quando a água estiver escassa.

Depois do fim da dupla, Sandy se graduou em Letras. Em em 2010 ela lançou seu primeiro álbum solo, intitulado Manuscrito.
Junior, depois da dupla, fez algumas experimentações. Em 2008 integrou a banda de rock 9 Mil Anjos, que durou até meados de 2009. Depois montou o projeto Dexterz, com músicas eletrônicas, com seu cunhado Lucas Lima. E em 2016 deu início a outro projeto, o Manimal. 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Anitta - Will i Se You.

Anitta está mostrando que pode conquistar o mercado internacional sem precisar de parcerias. Depois do hit em espanhol, Paradinha, agora chegou a vez da música em inglês, Will i Se You.
Com o característico apelo sensual das cantoras pop, mas fora dos padrões dos hits das grandes representantes do pop.
Confira.

Rogéria faleceu na noite da segunda-feira dia 4 de setembro.

A atriz Rogéria, de 74 anos, morreu na noite desta segunda-feira (4/9/2017) no Rio de Janeiro.
Ela se internou no Hospital Unimed Barra, na Zona Oeste do Rio, com um caso de infecção urinária, mas teve uma complicação após uma crise convulsiva. Segundo o Hospital Unimed-Rio a causa da morte de Rogéria foi um choque séptico. Ela estava internada na unidade desde 8 de agosto devido a um quadro de infecção urinária.
No último dia 25 de agosto, a atriz chegou a receber alta da Unidade de Tratamento Intensivo do hospital e foi levada para o quarto. Em julho, a atriz tinha sido internada por duas semanas em uma clínica em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio. Ela deu entrada na unidade no dia 13 por conta de uma infecção generalizada. O seu quadro havia piorado depois de uma crise convulsiva.

Nascida como Astolfo Pinto em Cantagalo, no interior do estado do Rio, Rogéria intitulava-se a "Travesti da Família Brasileira". A artista começou a sua carreira como maquiadora da TV Rio. Já nos primeiros anos de carreira ficou conhecida como simbolo gay e nome marcante na luta contra a homofobia.
Como atriz, estreou nos anos 1960 na galeria Stop Club. Ela participou de filmes no cinema brasileiro e era presença frequente em programas de auditório como jurada. Em 1979, ela recebeu o troféu Mambembe pelo espetáculo "O Desembestado", que fez ao lado de Grande Otelo.
A atriz atuou em novelas como "Tieta", em 1989; Paraíso Tropical, em 2007; e viveu uma atriz de teatro em "Lado a Lado. Leandra Leal dirigiu o espetáculo "Rogéria" para comemorar os 50 anos de carreira da atriz e outras travestis pioneiras.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/atriz-rogeria-morre-aos-74-anos-no-rio.ghtml

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A primeira semana em Barcelona.

E lá se foi uma semana inteira e mais alguns dias em Barcelona.
Estou começando a aprender a usar os ônibus, trens e metrôs da cidade. Talvez outra pessoa já teria aprendido em menos tempo, o fato é que estou acostumado a caminhar e não dependo de um meio de transporte para fazer os trajetos que preciso. Exceto nos dias, ou horas, em que o tempo e a distância não estão a meu favor, embora eu tenha usado esse recurso mais para evitar um desgaste excessivo também. E me perder já virou rotina.

Em grande parte da cidade os edifícios não passam de 5 andares e são todos colados um ao lado do outro. Com detalhes distintos, é verdade, mas isso não ajuda muito, pois a princípio são apenas paredões que se estendem ao longo das ruas, com muitas informações para o cérebro processar logo no começo e como eu estava acostumado com um tipo de placa e sua localização para saber em que rua estava, agora tive que me acostumar com outro modelo e isso estressa até acostumar. Não lembro de ter um dia em que eu não tenha precisado apelar ao gps do smartphone, ou caminhado desnecessariamente algumas quadras a mais do que precisava até me localizar.

Por sorte, geograficamente Barcelona não é grande e tem dois detalhes que ajudam muito. O primeiro é a Avenida Diagonal que corta a cidade de um extremo ao outro, como o próprio nome diz, em diagonal, portanto, seguindo por ela eu consigo chegar até as duas ruas paralelas que passam ao lado de onde estou hospedado e o segundo é que a cidade toda tem uma leve inclinação em direção ao mar, então, percebendo isso fica fácil saber para que sentido das ruas eu devo caminhar para chegar em casa.

Surpreendeu-me positivamente a educação das pessoas. Apesar dos muitos turistas em todo lugar não vi nenhum habitante da cidade reclamando do que quer que seja, pelo contrário, são corteses e solidários. Outro dia um senhorzinho mudou a sua sacola de lugar para abrir espaço no banco da parada de ônibus, para eu sentar, e se despediu assim que meu o coletivo chegou. Com a mesma naturalidade uma senhorinha pediu para eu carregar a sua mala da calçada até dentro do ônibus porque tinha um probleminha no ombro e não podia fazer força, mas foi suave e muito confiante, como se eu não fosse um estranho.

Aliás, naturalidade é algo que Barcelona deveria exportar. Já comentei sobre isso no post anterior. As pessoas não se incomodam, não apontam, não cochicham sobre os casais gays que andam de mãos dadas ou abraçados nas ruas, sobre as mulheres que usam só a parte de baixo do biquini para tomar sol na praia, ou das pessoa que se despem, discretamente, na areia mesmo para colocar a roupa de banho, e nem de algum homem que esteja usando uma tanga tapa sexo durante um jogo de voley na praia em uma tarde de sábado. Esse comportamento, esse respeito, é mais bonito e vale mais a pena do que qualquer monumento ou outra característica que a cidade possua.

sábado, 2 de setembro de 2017

Alguns hábitos da cultura, e famosos em Barcelona.

Barcelona é uma cidade litorânea na região da Cataluña. Já foi sede dos jogos olímpicos e palco de alguns artistas bem famosos, entre eles a Xuxa que teve um programa de televisão gravado nessa cidade.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Meus primeiros dias na Espanha.

Em outubro de 2016 iniciei um processo de amadurecimento a respeito de uma experiência na Europa. Inicialmente a ideia era que eu ficasse em Portugal, mas as negociações com os diretores das escolas de lá não me resultaram em um final feliz. Sou formado no DeRose Method, no Brasil, e esse trabalho tem se estendido para vários países, eu tinha, então, a opção de Porto, embora qualquer sede ao redor me caísse bem, mas no final das contas consegui êxito com o diretor da escola de Barcelona, que, aliás, é brasileiro, e isso ajudou bastante nos diálogos que mantivemos ao longo dos meses.

Depois de tudo resolvido, comprei as passagens e no dia 22 de agosto tomei um avião em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, com destino ao Rio de Janeiro, de onde embarquei rumo a Madri, sem escalas, onde cheguei no dia 23 e passei um dia. Pude conhecer rapidamente algumas ruas ao redor do hostel que me hospedei antes de embarcar em um ônibus tendo Barcelona como destino. Optei por esse meio de transporte porque era mais barato que o trem, ao menos nas horas que eu queria viajar, e porque queria conhecer a paisagem do país.

Não gosto de despedidas, mas tive várias e a pior foi com a minha mãe que não se conteve e deixou rolar as lágrimas. Aliás, ela em especial e a minha família sempre foi a minha maior preocupação nessa decisão, por isso não poupei fotos e informações de cada etapa do trajeto. E também porque eu queria mesmo compartilhar com as pessoas que amo tudo o que estava vivendo, seria perfeito se todos tivessem me acompanhado.

Não tive problema nenhum nos embarques e desembarques, tudo saiu conforme o planejado. Melhor até. Meu maior medo era que algo impedisse minha entrada na Espanha, pois ouvi, pelo menos de duas pessoas, que o país é um dos mais difíceis no filtro da imigração e como minha permanência é o tempo máximo permitido para um turista, pensei que fossem conferir tudo o que o consulado informa como necessário e checar a veracidade dos documentos, principalmente o alojamento, pois não reservei hotel já que tinha em mãos uma carta convite de um amigo que prontamente cedeu sua casa para me hospedar. Somado a isso, deduzi que o filtro seria mais rígido depois do atentado de Barcelona, mas, para minha grata surpresa não pediram absolutamente nada, foram duas perguntas apenas: Donde vás, e, turismo?

Já fiz algumas viagens, mas sempre há coisas novas para se aprender, dessa vez a lição assimilada ficou a cargo da mala e do transfer.
Ao sair do aeroporto de Madrid, esperei mais do que o planejado para embarcar no transfer que tinha reservado por falta de intimidade com esse tipo de transporte. Em um país diferente dependi muito da internet e só consegui via wifi, que por sorte encontrei com facilidade em vários pontos que usei, então a comunicação com a agência ficou meio lenta, via e-mail, mas fui prontamente atendido e muito bem tratado, inclusive pelo motorista que me levou para o hostel, que quase o pedi em casamento, hahaha.
Depois, devido o peso e o volume da mala não quis pegar metrô para ir até a estação onde pegaria o ônibus para Barcelona, mas o aplicativo do Uber não aceitou meu cartão, o tempo foi passando rapidamente, tive então que correr para a rua em busca de um táxi. Nisso uma rodinha da mala se quebrou, um táxi disponível demorou aparecer e até lá a outra rodinha da mala se soltou.
Ou seja, cheguei na estação arrastando a mala que dobrou de peso e exatamente na hora em que o ônibus saiu. Consegui trocar o bilhete para o próximo embarque e tive que esperar mais duas horas.
Cheguei em Barcelona à noite, tomei banho e dormi. Acordei no dia seguinte com dores nos braços de tanto puxar aquela mala sem roda, ainda bem que a alça ficou intacta. Sai com um aluno da escola do DeRose Method Barcelona que prontamente me mostrou alguns pontos da cidade e me deu um mapa de presente, fiz fotos e gravei vídeos para enviar à família e amigos, e a noite já não lembrava mais quando tinha chegado (a respeito disso vale a pena ler o texto "A Mente Apaga Registros Duplicados").

Até o momento que escrevi esse texto a minha impressão sobre Barcelona é ótima. Cheguei em pleno verão e as pessoas estão desfilando pelas ruas com roupas curtas, sensuais e muito a vontade. Não tenho percebido assédios masculinos para as mulheres que se vestem de forma que não passariam desapercebidas no Brasil, ao menos em Curitiba. Da mesma forma, a bermuda dos rapazes é bem mais curta do que costumamos usar em nosso país e ninguém é taxado de gay por isso, e os gays desfilam livremente de mãos dadas sem que ninguém se incomode com eles. Aliás, roupa não é problema, pois as praias que são bem próximas dos centros urbanos permitem nudez.
Enfim, estando aqui fica bastante claro entender porque a Cataluñia é um dos roteiros prediletos dos turistas de boa cabeça.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Marilyn Monroe

Marilyn Monroe nasceu no dia 1 de junho de 1926 em Los Angeles, EUA.
Seu nome real é Norma Jeane Mortenson. Ela se tornou atriz e modelo, e um dos sex symbols mais populares da década de 1950.
Apesar de sua carreira ter durado apenas uma década, seus filmes arrecadaram mais de duzentos milhões de dólares.
Durante a sua carreira, lutou contra o vício, depressão e ansiedade. Teve três casamentos, dois deles, famosos, um com o jogador de beisebol Joe DiMaggio e outro com o dramaturgo Arthur Miller, ambos terminaram em divórcio.
Ela também foi amante do então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy.

Nem tudo foi perfeito na vida de Marilyn. Aliás, perfeição era algo que ela buscava sempre, mas as vezes que conseguiu foi a duras penas.
Marilyn passou a maior parte de sua infância em lares adotivos e um orfanato, foi criada por pais adotivos e se casou pela primeira vez com apenas dezesseis anos em um casamento arranjado para poder mudar de estado.
Ela trabalhava numa fábrica que ajudava na Segunda Guerra Mundial em 1944, quando conheceu um fotógrafo e iniciou uma carreira bem-sucedida de modelo 

As Pin-up’s eram modelos voluptuosas que exerciam um forte atrativo na cultura pop. As imagens, geralmente, eram ilustrações a aquarela baseada em uma fotografia.

Devido a sua visibilidade como capas de revistas, ela ganhou dois contratos. Um com a 20th Century Fox (1946–1947), que lhe contratou apenas para que a concorrente não a contratasse. E outro com a Columbia Pictures (1948). Após uma série de papéis em filmes pequenos, tornou-se uma atriz popular com papéis em diversas comédias. Marilyn causou escândalo quando foi descoberto que havia posado nua antes de se tornar atriz, mas a história aumentou o interesse pelos seus filmes.
Aliás, Marilyn foi a primeira modelo da revista Playboy. Ela saiu na capa da primeira edição da revista e teve uma das suas fotos nuas publicada na edição.

Marilyn teve que lutar contra o estereotipo da loira burra, ela costumava ser subestimada como atriz, e também, mal paga pelos estúdios.
O filme “7 Dias Com Marilyn” mostra que os produtores não se interessavam pela sua atuação, eles queriam que ela fosse simplesmente ela, pois a sua personalidade era mais forte do que qualquer papel que desempenhasse.
Ela fundou uma empresa de produção cinematográfica, a Marilyn Monroe Productions (MMP) e se dedicou à construção da sua própria empresa e começou a estudar método de interpretação.
Isso fez com a Fox lhe desse um novo contrato em que ela tivesse mais controle sobre o seu trabalho e um salário maior.
Ela ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz por algumas vezes.

Quando já era uma atriz famosa e apontada como a responsável pelo sucesso dos filmes em que atuava, Marilyn ganhou uma má reputação. Frequentemente chegava atrasada nas gravações ou nem aparecia, outras vezes não conseguia se lembrar das falas e exigia que a cena fosse regravada até estar satisfeita com o resultado. Além disso, a dependência que ela tinha com as treinadoras de atuação irritavam os produtores.
Esse comportamento foi atribuído a uma combinação de perfeccionismo, baixa autoestima, medo do palco e o aumento de sua dependência a barbitúricos e anfetaminas para controlar a ansiedade e insônia crônica. 

Marilyn teve um relacionamento com Frank Sinatra e nos últimos dois anos de sua vida foi apontada como amante do então presidente John Kennedy.
Ela cantou para ele em seu aniversário. Na ocasião, apareceu no palco visivelmente alterada, em um vestido que foi costurado em seu corpo e protagonizou uma das cenas mais icônicas da história, reproduzida por Geri Halliwell, então Spice Girls, na ocasião do aniversário do príncipe Charles. E por Lana Del Rey na música National Anthem que reproduz cenas da morte de Kennedy.

Marilyn foi encontrada morta no quarto de sua casa em Los Angeles nas primeiras horas da manhã de 5 de agosto de 1962, aos 36 anos.
A análise toxicológica concluiu que a causa da morte foi intoxicação por barbitúricos e a possibilidade de ter sido uma overdose acidental foi descartada.
Várias teorias conspiratórias sobre a morte da estrela foram apresentadas nas décadas seguintes, incluindo assassinato onde coloca Robert F. Kennedy como o autor do crime, que teria ordenado que ela fosse morta para que não relevasse os seus segredos e os de seu irmão, John F. Kennedy.
Outra teoria é de que ela tenha sido persuadida a tomar uma overdose para ser socorrida a tempo, o que não aconteceu, e gerar assunto na mídia, desviando os rumores do seu envolvimento com o presidente.

Marilyn poderia estar viva ainda nos dias atuais. Em 2016 ela teria completado 90 anos.

Curiosidades.
Em 1953 e 1954, Marilyn foi listada como a estrela feminina que mais fazia dinheiro na indústria do cinema.

Ela tinha os cabelos escuros e encaracolados, descoloriu quando se lançou como pin-up.
Em suas últimas semanas de vida, ela posou para a revista Vogue e deixou-se ser fotografada nua ostentando uma grande cicatriz, resultado de uma cirurgia na vesícula.
Em 1948 ela se tornou protegida de Johnny Hyde, vice-presidente da William Morris Agency (WMA). Com o objetivo de alavancar a sua carreira ele lhe pagou uma prótese de silicone para ser implantada na sua mandíbula e, possivelmente, uma rinoplastia.

A famosa cena do vestido voando, presente no filme The Seven Year Itch (1954) foi gravada na Avenida Lexington, em Nova Iorque. Uma das mais reproduzidas do cinema.

Madonna que se tornou uma forte referência para artistas pop escolheu Marilyn como fonte de inspiração, desde o seu visual até as conversas de duplo sentido em suas entrevistas. O vídeo da canção "Diamonds Are a Girl's Best Friend", do filme Gentlemen Prefer Blondes de 1953, foi reproduzido pela cantora no clipe da música Material Girl.